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“Parábolas do trigo e o joio, do grão de mostarda e do fermento na massa”

O Evangelho proclamado neste 16º Domingo do Tempo Comum (Ano A) é a continuação do capítulo 13 de Mateus que relata as parábolas do Reino. No domingo passado, ao refletir sobre a parábola do semeador, concluímos que a Palavra de Deus é semente boa e eficaz. No texto de hoje (Mateus 13,24-43) lemos três parábolas que relatam cenas da vida cotidiana do povo de Israel: o trigo e o joio, o grão de mostarda e o fermento na massa. A semente de mostarda é a menor das sementes, mas quando cresce torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças (v.31). Neste contexto, a parábola da semente de mostarda nos ensina que o Reino nasce humilde e pequeno. No entanto, aos poucos vai crescendo e se fortalecendo. Com a comparação do fermento na massa, Jesus ensina que a presença de Deus em nossa vida não é barulhenta, age silenciosamente transformando nossa vida. Sabemos que a minúscula semente de mostarda quando brota, forma um arbusto bem viçoso. Igualmente quando se faz pão, não se usa mais do que uma pequena porção de fermento, mas é o suficiente para levedar a massa toda. Neste sentido, a minúscula semente e a pitada de fermento simbolizam nossas pequenas ações e gestos de solidariedade que podem alcançar resultados surpreendentes na vida pessoal e comunitária. Aprendemos com a parábola do trigo e o joio que o bem e o mal convivem juntos. Também em nossa vida cotidiana vivemos rodeados de situações que não sabemos se são fruto bom (sadio) ou fruto mau. Precisamos estar atentos em nossos relacionamentos considerando que também ali estão presentes trigo e joio. No mundo moderno, existem muitas formas de relacionamento. Tão somente a título de exemplo: Na linguagem dos jovens “ficar” é uma forma de relacionamento que significa relacionamento sem compromisso sério. A conduta descompromissada do jovem inquieta o olhar adulto dos pais e educadores. Ao lançar um olhar para o mundo da política o modelo “ficar” parece repetir-se na conduta de alguns políticos e gestores públicos. Então, nas próximas eleições não vote em candidato que deseja apenas “ficar”. O ser humano por natureza tem convívio social. Muitas vezes é difícil distinguir entre os que desejam nosso bem e os que querem nos prejudicar. Assim é a vida no campo, onde o agricultor tem dificuldade de perceber a diferença entre o trigo e o joio por serem semelhantes. O cristão sabe conviver com as adversidades da vida para agir no momento certo com serenidade. É melhor esperar o tempo da colheita para separar o trigo do joio. Assim acontece no juízo final quando o Pai espera receber de nossas mãos bons frutos. Lembre-se que no campo da vida tem o tempo do plantio e o tempo da colheita. O tempo da colheita é o momento da purificação final. Depois de dois mil anos de semeadura há muita boa semente plantada no mundo por Jesus que continua dando bons frutos. Renove sua esperança na Palavra de Deus e siga em frente. Ainda que você seja trigo e joio, o poder de Deus está sempre do teu lado (Rm 8,26). Pense nisto e tenha uma semana abençoada.
Pedro Scherer - E-mail: pedroscherer@hotmail.com


Pastoral da Sobriedade.

"Piedade Redentora de Cristo, dai-nos a Sobriedade." 

"Sobriedade e Paz, só por hoje, graças a Deus."

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Livro de Salmos 19(18),2-3.4-5.

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