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“A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, eu também vos envio!”

Domingo da Divina Misericórdia – Iniciamos o Tempo Pascal que vai do Domingo de Páscoa até o Domingo de Pentecostes (oito de junho). A Festa da Páscoa é tão importante que a celebramos por 50 dias. Ao celebrar o 2º Domingo do Tempo Pascal, a Igreja nos convida para uma reflexão profunda sobre a misericórdia de Deus. Em 30 de abril do ano 2000 em resposta aos desejos da fé cristã o papa João Paulo II declarou o 2º Domingo da Páscoa “Domingo da Divina Misericórdia.” Consta no diário de Santa Faustina que o próprio Cristo expressou seu desejo por esta celebração. O amor misericordioso de Deus cura todas as feridas. O Evangelho de hoje (João 20,19-31) relata duas aparições de Jesus Ressuscitado. Na primeira promove a comunhão da comunidade dos discípulos consigo e entre os irmãos fazendo-a participar de sua vida e de sua obra. Relata o texto que eles estavam reunidos no cenáculo de portas trancadas com medo e Jesus apareceu no meio deles dizendo: “A paz esteja convosco!” Tomé não estava presente e duvidou que Jesus tivesse aparecido e disse: “Eu só acredito vendo e colocando o dedo em suas chagas!” A paz que Jesus transmite é o primeiro dom pascal. Ésta paz de Jesus não é um presente para ser guardado no cofre. Pelo contrário, Jesus ordena que saiam do cenáculo e levem esta paz, a Boa Nova, até os confins da terra. Disse Jesus: “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós!” Oito dias depois estavam reunidos no mesmo lugar e Jesus apareceu pela segunda vez dizendo: “A paz esteja convosco!” Desta vez Tomé estava presente. Jesus olhou para o incrédulo Tomé e disse: “Venha Tomé, introduz nas minhas chagas o teu dedo e não sejas incrédulo!” De joelhos Tomé disse: “Meu Senhor e meu Deus.” Vejamos: Medo e incredulidade são sempre obstáculos que nos impedem de abrir nosso coração para fazer a experiência pessoal e comunitária de Jesus Ressuscitado. Foi isto que aconteceu com Tomé e pode estar acontecendo na nossa comunidade. “Creste, porque me viste, felizes aqueles que crêem sem ter visto.” Tomé simboliza os cristãos que não confiam na comunidade e nem nos sinais de vida nova. A missão não pode parar. No passado Jesus enviou os discípulos e hoje envia a cada um de nós. A certeza de sua Gloriosa Ressurreição nos fortalece e renova a esperança de que nossa vida também caminha para a Páscoa definitiva em Cristo Jesus. Assim como Jesus acolheu o incrédulo Tomé, acolhe a cada um de nós trazendo-nos para dentro de seu coração divino e misericordioso. - Pedro Scherer


Pastoral da Sobriedade.

"Piedade Redentora de Cristo, dai-nos a Sobriedade." 

"Sobriedade e Paz, só por hoje, graças a Deus."

Clique aqui para saber mais sobre a Pastoral da Sobriedade


Livro de Salmos 19(18),2-3.4-5.

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